Mãe
Não digas que não
Ambas sabemos
Que é pura frustação
Pelo hoje, ontem, amanhã
Que veio, aconteceu, ficou
Suspenso naquele momento
Em que o deserto fracassou
Oásis existem
Basta apenas acreditar
Naquela gota que insiste
Em não te largar
A visão é apenas para alguns
A ambição coleccionada
A sede saciada
E a miragem substituida
Nunca deixes de observar...Se te sorriem, sorri também. Verás as coisas...diferentes!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Inconsistências
Olho para o relógio
O tempo teima em não passar
Os ponteiros não se movem
A loucura está no ar
A porta bate
O som não se ouve
Apenas as tuas costas
Estão tão longe
Bebo mais um trago
Outrora fonte da felicidade
Hoje seca
Sem piedade
Sento-me sobre a relva
Fria e molhada
Onde a existência
Nunca foi explorada
Hoje, Tu e Eu
Juntos de mão dada
Como se nada fosse
Até á madrugada
O tempo teima em não passar
Os ponteiros não se movem
A loucura está no ar
A porta bate
O som não se ouve
Apenas as tuas costas
Estão tão longe
Bebo mais um trago
Outrora fonte da felicidade
Hoje seca
Sem piedade
Sento-me sobre a relva
Fria e molhada
Onde a existência
Nunca foi explorada
Hoje, Tu e Eu
Juntos de mão dada
Como se nada fosse
Até á madrugada
A Dança
Deitada sobre o mar
No acompanhamento das ondas
O céu torna-se esguio
Parado e vazio
O encantamento começa
Ao sabor das nuvens enamoradas
Que depressa começam
A dançar em formas desajeitadas
Criando a expressão
Do viver sem razão
Apenas do amor sem fronteiras
Onde existes tu
Eu... e a barreira
Do viver consumido
Do amor repartido
Das guerras travadas
Tantas vezes ganhas
Pela simples questão
De não te perder em vão
Ao sabor da maré
Sigo a dança sem tambores
Dos arrufos perdedores
Que um dia foram vencedores
Da linha contínua
Que fomenta a luta de viver
Hoje, amanhã e sempre
Na fogueira artroz
Sem perigo eminente
Do futuro recorrente
No acompanhamento das ondas
O céu torna-se esguio
Parado e vazio
O encantamento começa
Ao sabor das nuvens enamoradas
Que depressa começam
A dançar em formas desajeitadas
Criando a expressão
Do viver sem razão
Apenas do amor sem fronteiras
Onde existes tu
Eu... e a barreira
Do viver consumido
Do amor repartido
Das guerras travadas
Tantas vezes ganhas
Pela simples questão
De não te perder em vão
Ao sabor da maré
Sigo a dança sem tambores
Dos arrufos perdedores
Que um dia foram vencedores
Da linha contínua
Que fomenta a luta de viver
Hoje, amanhã e sempre
Na fogueira artroz
Sem perigo eminente
Do futuro recorrente
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Signo: Carangueijo
"Os que nasceram sob este signo são influenciados pelos caracteres mais complexos do Zodíaco. São muito sensiveis, inquietos e sempre dominados pelo horror ao sofrimento. De actividade mental intensa, falta-lhes a combatividade no campo físico. Gostam de conforto e de ambientes requintados. Têm gosto pelas viagens, embora apreciem também o sossego do lar ao aconchego da família. Sabem escolher os amigos que, por isso mesmo, são poucos. No amor, o sentimento comanda todos os seus actos. Sentem uma imperiosa necessidade de amar, exigindo da outra parte correspondência total, o que os torna muitas vezes ciumentos."
Opinião de um homem sobre o corpo feminino
Sem dúvida um texto forte e com carácter. Sem dúvida que nós (mulheres) somos auto-destruidoras e auto criticas. Sem dúvida uma lufada de ar fresco para o pensamento:
"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. Porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!A beleza é tudo isto."
Paulo Coelho
"Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. Porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!A beleza é tudo isto."
Paulo Coelho
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
A falésia da saudade
A falésia da saudade
Todos os dias me sentia
Todos os dias eu a procurava
No alto da sua silhueta
Eu me sentava
Abrindo o meu campo de visão
Para a sua imensa vastidão
Todos os dias eu ria
Chorava
Conversava
Imaginva
Desejava não ter de a procurar
Não tão cedo nem tão tarde
Não tão perto nem tão longe
Segurava dentro de mim
A ansiedade
O desejo
O poder
Que tinha para a chamar
Para perto de mim
E para mim
Egoismo puro, é verdade
Mas era ela o meu escape
Onde podia livremente
Ser quem sou e como sou
Adorava observar o seu vazio
A sua cor exuberante
Cintilante que nem uma estrela
Onde me perdia
Na construção do seu belo pema
Sobre Romeu e Julieta
Amor verdadeiro
Quem o procura?
Eu e ela
A falésia da saudade
Agora a mim me procura
Não é solidão
Nem felicidade
È egoismo na realidade
Todos os dias me sentia
Todos os dias eu a procurava
No alto da sua silhueta
Eu me sentava
Abrindo o meu campo de visão
Para a sua imensa vastidão
Todos os dias eu ria
Chorava
Conversava
Imaginva
Desejava não ter de a procurar
Não tão cedo nem tão tarde
Não tão perto nem tão longe
Segurava dentro de mim
A ansiedade
O desejo
O poder
Que tinha para a chamar
Para perto de mim
E para mim
Egoismo puro, é verdade
Mas era ela o meu escape
Onde podia livremente
Ser quem sou e como sou
Adorava observar o seu vazio
A sua cor exuberante
Cintilante que nem uma estrela
Onde me perdia
Na construção do seu belo pema
Sobre Romeu e Julieta
Amor verdadeiro
Quem o procura?
Eu e ela
A falésia da saudade
Agora a mim me procura
Não é solidão
Nem felicidade
È egoismo na realidade
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
A auto-estrada
Na auto-estrada da emoção
As curvas perigosas
Que nos ensinam a lição
São como sinais sem perdão
Que nos enlouquecem
E nos roubam a visão
Tomando-nos como loucos
Refugiados na bebida
No consumo da adrenalina
Tal como bons vivans
Na ânsia de encontrar
O sinal aonde virar
A vida...tal como
Uma estrada em construção
Nem sempre é direita
Com muitos buracos
Devido à confusão
Causada pela ingestão
De drogas desgastantes
Completamente alucinantes
Tornando o caminho monstruoso
Complicando a corrida
Entre a cabeça
E o coração
As curvas perigosas
Que nos ensinam a lição
São como sinais sem perdão
Que nos enlouquecem
E nos roubam a visão
Tomando-nos como loucos
Refugiados na bebida
No consumo da adrenalina
Tal como bons vivans
Na ânsia de encontrar
O sinal aonde virar
A vida...tal como
Uma estrada em construção
Nem sempre é direita
Com muitos buracos
Devido à confusão
Causada pela ingestão
De drogas desgastantes
Completamente alucinantes
Tornando o caminho monstruoso
Complicando a corrida
Entre a cabeça
E o coração
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Destino
Penso sem querer pensar
No quanto estive a dar
A acreditar no verdadeiro
Deitada no travesseiro
De pés descalços à beira mar
Vagueio sozinha sem noção
Ao encontro da noite luar
Perdida nos contos do coração
Acredito nas palavras
Nos actos repentinos
Na determinação
Que o destino exige
Brindo às memórias
Ao passado longínquo
Ás soluções ilusórias
Ao encontro com o perdido
Acredito nas palavras
Nos actos repentinos
Na determinação
Que o destino existe
Gosto da linha ténue que nos separa
Das falésias sem ouvintes
Da verdade com que me assistes
No quanto estive a dar
A acreditar no verdadeiro
Deitada no travesseiro
De pés descalços à beira mar
Vagueio sozinha sem noção
Ao encontro da noite luar
Perdida nos contos do coração
Acredito nas palavras
Nos actos repentinos
Na determinação
Que o destino exige
Brindo às memórias
Ao passado longínquo
Ás soluções ilusórias
Ao encontro com o perdido
Acredito nas palavras
Nos actos repentinos
Na determinação
Que o destino existe
Gosto da linha ténue que nos separa
Das falésias sem ouvintes
Da verdade com que me assistes
Para os interessados!
Hoje enquanto vinha em viagem de casa para o trabalho recordei um seminário que tive na pós-graduação com a Jason Associates em que o tema era o CV. Em principio todos nós sabemos elaborar o nosso CV. Nada mais simples do que colocar todo o nosso percurso profissional e académico certo? Pois bem...agora imaginem que num futuro próximo os CV serão mais ou menos parecidos com as cartas do Pokemon. Cartas pokemon?? Mas este mundo anda louco?? What the hell?? Se estão tão indignados como eu, posso-vos dizer que as cartas pokemon não são mais do que meros CV pessoais de bonecos lutadores, onde estão inscritas todas as características dos mesmos. Ok...agora entendo...será um documento onde consta a nossa personalidade, características, defeitos, atitudes, motivações, ideais. Tudo o que nos caracteriza enquanto individuos, o que nos diferencia perante a sociedade e qual a nossa mais-valia para a rede empresarial. Até aqui tudo bem! Não seremos considerados como mais um, catalogados por notas académicas ou experiência profissional ou idade ou estado civil ou agregado familiar ou sexo...mas sim como alguém que possui uma mais-valia para o mercado de negócios gerando assim valor acrescentado para a empresa. Ao tentar ir ao fundo da questão, passei à acção e comecei a imaginar como seria o meu CV.
Boneco: ??
Detalhes: orgulhosa, lutadora, decidida, simpática, sorridente, trabalhadora, emocional, frágil a nível individual e pessoal, forte para o exterior e para terceiros, transparente, verdadeira, impaciente, adoro a adrenalina da loucura, apaixonada pela vida e pelo que me rodeia, ambiciosa q.b, responsável e irresponsável, uma pequena criança crescida, motivadora, versátil, ouvinte, gosto de trabalhar em equipa, odeio palhaços e solidão, adoro boas companhias e rir às gargalhadas, ser livre, amo ver o pôr-de-sol junto ao mar, anseio pela lua cheia e a sua imagem...
Agora necessito da vossa ajuda: poderiam dizer o que acham, incrementar mais detalhes e dar sugestões para conseguir saber que boneco seria?
Amigas: proxima vez que estivermos juntas podiamos fazer este jogo que acham?
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Não quero mais
Não
Eu não quero mais
Chorar até mais não
Sentir saudades
Ter-te em pensamento
Sentir-te no coração
Não
Eu não quero mais
Saber que existes
Viver na ilusão
Pensar em nós
Naquele verão
Não
Eu não quero mais
Que sorrias
Que me olhes
Que me contes
A tua visão
Não
Eu não quero mais
Sentir ciumes
Ouvir a melodia
Do vulto negro
Que se apodera sem razão
Não
Eu não quero mais
Porque tinhas de voltar
Procurar-me de novo
Voltar ao passado
Esgotar-me de cansaço
Não
Eu não quero mais
Sentir-te do meu lado
Amar-te
Querer-te
Até à exaustão
Eu não quero mais
Chorar até mais não
Sentir saudades
Ter-te em pensamento
Sentir-te no coração
Não
Eu não quero mais
Saber que existes
Viver na ilusão
Pensar em nós
Naquele verão
Não
Eu não quero mais
Que sorrias
Que me olhes
Que me contes
A tua visão
Não
Eu não quero mais
Sentir ciumes
Ouvir a melodia
Do vulto negro
Que se apodera sem razão
Não
Eu não quero mais
Porque tinhas de voltar
Procurar-me de novo
Voltar ao passado
Esgotar-me de cansaço
Não
Eu não quero mais
Sentir-te do meu lado
Amar-te
Querer-te
Até à exaustão
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Hoje!
Hoje sinto uma explosão enorme de felicidade por saber que a pessoa que mais amei (para além da minha mãe claro! em que esse amor será para sempre eterno) num passado recente, encontrou outra pessoa! Ou pelo menos têm outra pessoa do seu lado para se apoiar, chorar, rir, sonhar e partilhar o dia-a-dia. Não vou esconder o facto do meu estômago ter ficado estranho e uma picada valente me ter estremecido o corpo e que durante breves segundos os meus olhos ficaram encharcados levando mesmo a que uma gota transborda-se e percorre-se o meu rosto! Senti-me nostálgica, pequena e grande ao mesmo tempo, não por estar triste mas por saber que apesar de todo o sofrimento aquilo que me lembro são das coisas boas e dos momentos felizes e alegres ao lado daquela pessoa que sabia ser o meu princípe encantado! Construí ruas, arquitectei casas, plantei árvores, colhi frutos e fui feliz! Isso é muito importante certo? Consegui mudar mentalidades e colocar 2 meninas (as minhas gatinhas) dentro do nosso espaço a qual nos apegámos e fazem dele neste momento fantoche.
Sim............fui e sou feliz!!
Obrigado por me agradeceres foi muito importante para mim o facto de saberes quem sou e que apesar dos maus momentos também foste feliz!!
"passei momentos contigo maravilhosos e fui muito feliz, conseguiste dar uma nova lufada de ar fresco e senti que também podia ser feliz apesar de sempre ter tido uma vida de dissabores e de coisas tristes, por isso te agradeço."
"por muito que estejamos separados nunca te esquecerei, mais uma vez obrigada por me teres feito sentir a pessoa mais feliz deste mundo"
"consegues fazer feliz qualquer homem mas tens de ter cuidado com algumas atitudes para n vires a estragar tudo"
Obrigado eu por me teres feito ver o que era amar de verdade!!
*************************************************************************************************
Para sempre tua
A Dupla
Uma descolagem abrupta
Com um bilhete sem regresso
Um amor sem fim
Que nem aos céus confesso
Abro as assas
Levanto o trem de aterragem
Vôo
Ao encontro do teu regresso
Num momento esperado
A chegada triunfal
Um castigo cruel
Uma traição imprópria
Um coração blindado
Uma aterragem forçada
Numa paisagem distante
Jamais imaginada (conscientemente)
Ou esquecida
Pelas razões mais óbvias
A vontade de uma subida ancestral
Transcende as razões mais óbvias
Escolhem motivos maiores
Com as suas próprias visões
P.S - Numa noite, após um jantar e dois dedos de conversa, uma caneta e o papel convidaram dois amigos a escrever (Eu e Tiago Silveirinha)
Com um bilhete sem regresso
Um amor sem fim
Que nem aos céus confesso
Abro as assas
Levanto o trem de aterragem
Vôo
Ao encontro do teu regresso
Num momento esperado
A chegada triunfal
Um castigo cruel
Uma traição imprópria
Um coração blindado
Uma aterragem forçada
Numa paisagem distante
Jamais imaginada (conscientemente)
Ou esquecida
Pelas razões mais óbvias
A vontade de uma subida ancestral
Transcende as razões mais óbvias
Escolhem motivos maiores
Com as suas próprias visões
P.S - Numa noite, após um jantar e dois dedos de conversa, uma caneta e o papel convidaram dois amigos a escrever (Eu e Tiago Silveirinha)
terça-feira, 22 de julho de 2008
A chuva
Lá fora a chuva caí
Limpa todos os pontos sujos
Das ruelas da cidade
Visto um casaco
Saío porta fora
Caminho sobre as lágrimas do dia
Deixo que elas me limpem também
Que lavem toda a sujidade
Que albergo
Que sinto
Na imensidão do desconhecido
Correm gotas pesadas
Carregadas de solidão constante
Àgua purificada e salgada
Pequenas saliências que deslizam
Sobre a face triunfante
Enfraquecendo na passagem
Cada poro vagabundo
Em busca da liberdade
Na ilusão de encontrar a felicidade
A determinação e a vontade
De crescer para aprender a viver
Chapinho como criança
Na poça de lama
Junto ao jardim de infância
Na esquina do cruzamento da esperança
Onde te encontro a passear o sorriso
Como se o prémio fosse
Aquele que ganhaste
Quando me empurraste
Na cadeira de baloiço
Destinada a perdurar
Na noite de luar
Procuro-te sem perguntar
Nem pensar, nem opinar
Se o amor é o conjunto
Que se compra na loja do fundo
Enraizada nos confins do baú
Onde me pertences e me encontras
Sem precisar de lutar
Onde me escondo de ti
Para aliviar e apaziguar
A chuva que caí
Oh belo poema para amar
Limpa todos os pontos sujos
Das ruelas da cidade
Visto um casaco
Saío porta fora
Caminho sobre as lágrimas do dia
Deixo que elas me limpem também
Que lavem toda a sujidade
Que albergo
Que sinto
Na imensidão do desconhecido
Correm gotas pesadas
Carregadas de solidão constante
Àgua purificada e salgada
Pequenas saliências que deslizam
Sobre a face triunfante
Enfraquecendo na passagem
Cada poro vagabundo
Em busca da liberdade
Na ilusão de encontrar a felicidade
A determinação e a vontade
De crescer para aprender a viver
Chapinho como criança
Na poça de lama
Junto ao jardim de infância
Na esquina do cruzamento da esperança
Onde te encontro a passear o sorriso
Como se o prémio fosse
Aquele que ganhaste
Quando me empurraste
Na cadeira de baloiço
Destinada a perdurar
Na noite de luar
Procuro-te sem perguntar
Nem pensar, nem opinar
Se o amor é o conjunto
Que se compra na loja do fundo
Enraizada nos confins do baú
Onde me pertences e me encontras
Sem precisar de lutar
Onde me escondo de ti
Para aliviar e apaziguar
A chuva que caí
Oh belo poema para amar
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Imagem do luar
Se pintor eu fosse
Representaria a imagem vidrada
Captada pelos teus olhos
Junto ao luar da madrugada
O brilho de um momento
Mágico e vibrante
Que te levou a suspirar
Por mais um instante
Além horizonte
Névoa deslumbrante
Ficaste seduzida
Pelo seu luar gritante
Lua cheia, lua brilhante
Deixaste a viajante
Rendida com encanto
Ao teu clarão ofegante
Sobre as casas, sobre o mar
A tua forma redonda
Aconchega os recantos
Do fugor retido no seu olhar
Se pintor eu fosse
Mil pinceladas precisaria
Para representar
A imagem do seu luar
Representaria a imagem vidrada
Captada pelos teus olhos
Junto ao luar da madrugada
O brilho de um momento
Mágico e vibrante
Que te levou a suspirar
Por mais um instante
Além horizonte
Névoa deslumbrante
Ficaste seduzida
Pelo seu luar gritante
Lua cheia, lua brilhante
Deixaste a viajante
Rendida com encanto
Ao teu clarão ofegante
Sobre as casas, sobre o mar
A tua forma redonda
Aconchega os recantos
Do fugor retido no seu olhar
Se pintor eu fosse
Mil pinceladas precisaria
Para representar
A imagem do seu luar
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Numa mesa de café
Numa esplanada à beira-mar
Duas chàvenas brancas fumegantes
Distraem dois jovens
Que estonteantemente conversam
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
Ela olha para ele
Sorri
Sem razão ou intenção
Apenas a celebração
Da grandeza que é ter vida
E viver
Possuir sentimentos
Ser emocional
Ser quem é
Sente uma forte batida
Desvia o olhar por segundos
O vazio instala-se
Como por segundos
E como por magia
Nada será como antes
Os promenores alteram
As personagens substuídas
Palavras consumidas
Ecoam em câmara lenta
E formam uma rede interactiva
De balões suspensos
Literalmente enjaulados
Numa esplanada à beira-mar
Dois copos gelidamente refrescantes
Distraem dois jovens
Que estonteantemente conversam
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
Ele olha para ela
Sorri
Sem razão ou intenção
Apenas a celebração
Da partilha daquele momento
Junto dela
Sabendo que não faz ideia
Do que ele pensa
De quem é
Os seus olhos brilham
Ele sabe que ela reparou
Apenas sorriu
Como que de um sinal se trate
Igual ao de um jogo de cartas
Em que o está em cima da mesa
É do conhecimento de ambos
E no fim o consumido
É de consentimento mútuo
Onde a mesa de café
Serve de bandeja
Para o entoar de suspiros
De dois corpos molhados
Numa esplanada à beira-mar
Dois beijos foram roubados
Ao sabor do mar salgado
Que serviu de cenário
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
Duas chàvenas brancas fumegantes
Distraem dois jovens
Que estonteantemente conversam
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
Ela olha para ele
Sorri
Sem razão ou intenção
Apenas a celebração
Da grandeza que é ter vida
E viver
Possuir sentimentos
Ser emocional
Ser quem é
Sente uma forte batida
Desvia o olhar por segundos
O vazio instala-se
Como por segundos
E como por magia
Nada será como antes
Os promenores alteram
As personagens substuídas
Palavras consumidas
Ecoam em câmara lenta
E formam uma rede interactiva
De balões suspensos
Literalmente enjaulados
Numa esplanada à beira-mar
Dois copos gelidamente refrescantes
Distraem dois jovens
Que estonteantemente conversam
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
Ele olha para ela
Sorri
Sem razão ou intenção
Apenas a celebração
Da partilha daquele momento
Junto dela
Sabendo que não faz ideia
Do que ele pensa
De quem é
Os seus olhos brilham
Ele sabe que ela reparou
Apenas sorriu
Como que de um sinal se trate
Igual ao de um jogo de cartas
Em que o está em cima da mesa
É do conhecimento de ambos
E no fim o consumido
É de consentimento mútuo
Onde a mesa de café
Serve de bandeja
Para o entoar de suspiros
De dois corpos molhados
Numa esplanada à beira-mar
Dois beijos foram roubados
Ao sabor do mar salgado
Que serviu de cenário
Numa mesa de café
Na esplanada à beira-mar
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